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o ano de 2020, teve inicio tranquilo, as empresas traçaram planos e metas, que por consequência da COVID-19 «, tudo se reduziu em miragem, porque ninguém previu as consequências que sofreriam as nossas vidas e o período que os governantes teriam capacidade de controlar a pandemia.

A 2 de Março, è confirmado os primeiros dois casos de COVID-19 em Portugal, 10 de Março, suspenso todos os voos a Itália e a 18 do mesmo mês, anunciado o estado de emergência, com medidas excecionais, como confinamento obrigatório e restrições na via publica, salvo quando devidamente justificada.

Todos os habituais planos estratégicos, traçados para o novo ano, foram substituídos com planos de emergência para adaptar a crise. Não bastante os vários aspectos negativos e incertos que a pandemia causou, a mesma também trouxe algumas vantagens, que as organizações não podem ignorar, o crescimento do comercio eletrônico em todo mundo, fruto do confinamento.

Muitas lojas físicas, viram-se forçadas a fechar e outras conseguiram realçar-se para canais digitais, aumentando assim a demanda por E-Commerce.

Portugal, não ficou no alheio a esta tendencia, 46% dos portugueses aderiram ao comercio eletrônico, refletindo mais 26 pontos percentuais face ao ano transato. A faixa etária variou entre os 16 a 75 anos, com proporção do gênero a apresentar 51,2% para os homens.

Relativamente as categorias, o vestuário e o calçado apresentaram maior aumento, 68% em segundo lugar, computadores e eletrônicos com aumento de 59% e higiene e cosméticos a registar 44%.

Todavia, este aumento ainda è inferior comparado com a media da União Europeia, que registou media acima de 52% da populaçao.

Marketing digital deixou ser opção, è fundamental que as empresas continuem a investir neste setor que a realidade online veio para ficar e a sobrevivência e o continuo crescimento passa por aderir a estes canais ou ferramentas digitais, desde a construção de um site, Blog, aberturas de contas empresariais no Facebook, Tweeter, Instagram, WhatsApp, Google Add, etc.

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