Estratégia Militar na Competição Empresarial

A Estratégia Militar e as Escolas da Estratégia Empresarial Para Keith Hoskin, Richard Macve e John Stone as relações entre a estratégia militar e a estratégia empresarial são, frequentemente, objeto de equívocos. Na origem desses equívocos, está, entre outros aspetos, o facto de se presumir uma continuidade, não interrompida, do seu significado desde a Antiguidade

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Estratégia Militar na competição Empresarial

O principal objetivo deste artigo e de analisar e responder como a estratégia militar influência na estratégia de competição competição empresarial.

Começamos por uma apresentação simplificada e seletiva de algumas dos principais nomes clássicos da estratégia militar. Em seguida é analisada a área da estratégia empresarial e as suas escolas, com objetivo de encontrar aquelas onde a estratégia militar se faz sentir. No final são discutidas a validade científica das transposições do militar para o empresarial, bem como os danos éticos e sociais negativas que podem resultar de levar a competição no mercado ao extremo, transformando-a numa paixão nociva.

O sucesso de organizações e de Estados é tipicamente objeto de celebração e conforto prestígio particularmente aos líder que as conduziram, tendendo a perpetuar-se na memoria coletiva das gerações atuais.

O conhecimento e domínio dos fatores que permitem alcançar a vitória, sobretudo em situações de conflito agudo, sempre espicaçou a curiosidade humana. A estratégia é a arte e o domínio do conhecimento que teoricamente a permite alcançar, nomeadamente em situações de guerra. Daí advém grande parte do prestígio e da atração que suscita.

9 COMMENTS

  1. Eu gostei muito da abordagem feita sobre este tema, é um excelente ponto de vista e ajuda criar uma nova realidade.

  2. Primeiramente agradecer pelo conteúdo e contexto aqui trazido.
    De seguida e como é habitual costumo refletir sempre junto de artigos, seminários e outros fóruns.
    Estratégia militar é um tema pertinente. E há uma emergente necessidade de levá-la para a gestão empresarial. Principalmente nos dias de hoje. Isto porquê. Antigamente os generais preparavam as suas estratégias de guerra de forma minuciosa e consideravam os piores cenários possíveis em caso de alguma coisa não funcionar como planeado e também consideravam os pontos fortes e fracos dos seus oponentes.
    Nos dias de hoje presenciamos muitas organizações independentemente da dimensão. A manterem uma e única estratégia para desafios e tempos diferentes. Isto é um erro que tem custado muitos negócios.
    Há um milhão de manuais, dossiês de gestão que até são bonitos de se ler. Mas que não funcionam para determinados cenários. Se os gestores exercitassem cada vez mais a previsão de piores cenários, eu acho que não teríamos mercados tão desequilibrados.
    Os gerais criavam estratégias sérias e reais. Hoje são muitos os empreendedores que dão início a um negócio sem terem estratégias formalizadas. E um plano de ação que permite o controlo dos recursos: humanos (pessoas, competências, qualificações, perfis, skills), financeiros, tempo, materiais, e o modelo a ser utilizado.
    Vamos olhar para essas estratégias militares porque eram pragmáticas e estimulavam o desenvolvimento para ter vantagens competitivas.

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