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Debate algo polémico. Mas que para mim não deve de ser polémico. É verdade que em tempos passados a descriminação era imensa, e certas pessoas estavam em certas posições por praticas “secundárias” (acho que percebem ao que me refiro). Mas vamos deixar o passado, ficar com os ensinamentos e falar da atualidade e futuro.

Recentemente fui responsável pela organização do Gestão Summit um evento organizado por uma equipa de alunos voluntários. Numa entrevista após o evento, para a KuriakosTV, fizeram-me uma questão: 

“A escola sente esse desafio muitas vezes de criar equipas em número igual homens e mulheres? Tu enquanto organizavas a equipa preocupaste com isso ou recebeste aqueles que foram os voluntários?”

A minha resposta inicial não foi de toda a mais correta, os nervos eram tantos que só queria dar uma resposta, mas depois foi um tema que fiquei a pensar. Será que é melhor trabalhar com homens ou mulheres? Quem é melhor?

“Eu rodeei-me de pessoas que tinham determinadas competências para realizarem determinadas funções. Por exemplo, para o Departamento de Comunicação era essencial ter uma pessoa que tivesse uma boa comunicação, pois todos os emails passavam por esse departamento, então a escolha foi a pessoa que tinha a comunicação mais correta. Foi feita uma avaliação de competências e completamente esquecido o género da pessoa, e isto foi feito na escolha de todas as pessoas.”

Cheguei à conclusão de que as pessoas estão onde estão pelas suas competências, pela sua capacidade de trabalho, pelas suas soft skills e por todo o conjunto de atributos que, as torna, as mais indicadas para determinada função.

O mesmo se aplica às empresas, se mostrarmos competências, habilidade e os atributos que uma determinada empresa procura temos uma probabilidade maior de sermos os escolhidos para determinada função.

Esta guerra de géneros é necessária SIM quando existe discriminação de género! Mas devemos ser seres que plantam a igualdade de géneros, apoiar as pessoas pelo valor que têm para a organização e pelas capacidades de contribuir para a organização.

Resumindo, não há melhor nem pior nesta guerra! As pessoas são iguais! O que as faz ser melhor ou mais importantes para a organização, são as suas capacidades e competências.


3 COMENTÁRIOS

  1. A desigualdade de oportunidades no acesso a cargos de liderança entre homens e mulheres, não é justa nem aceitável. Urge que todos nós (homens e mulheres) consigamos mudar paradigmas.
    Parabéns!